“Não se faz arquivologia apenas com arquivistas, precisamos de uma sociedade que priorize o conhecimento nas mais diversas áreas”. Entrevista com André Malverdes.

Entrevistamos André Malverdes, professor no Departamento de Arquivologia na Universidade Federal do Espírito Santo,  Coordenador do  projeto Memórias Fotográficas: Tratamento e Digitalização do Acervo Fotográfico do ex-governador Max Mauro. Nos conta sobre sua trajetória entre o mundo da história, arquivologia e preservação de acervos fotográficos.

(Archivoz) André você é historiador e arquivista. Conte-nos como foi a decisão de se tornar arquivista.

(André Malverdes) Quando decidi fazer História minha vontade era estar perto dos arquivos. Não só o institucional, mas o pessoal, o arqueológico, os não tradicionais. E assim todos os meus trabalhos acadêmicos foram me levando ao desejo de estar em contato com as fontes primárias.

Entrei no curso de História da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) no ano de 1995. Quando estava prestes a me formar, licenciatura e bacharelado, em 1998 abriu na UFES o curso de especialização em arquivos, ainda faltavam dois anos para terminar o curso e não pude fazer o mesmo, que era justamente para especializar os professores de Biblioteconomia que haviam resolvido abrir o curso de graduação em Arquivologia no Espírito Santo, na época o oitavo do país.

Quando fui me formar em 1999 já existia a primeira turma de graduação em Arquivologia na UFES. Numa pesquisa rápida percebi que as principais referências na área de Arquivologia eram formados em História como Heloísa Bellotto, Ana Maria Camargo, André Ancona Lopez, entre outros. Isso me chamou a atenção e pensei em reunir o útil ao agradável, pois seria da segunda turma de arquivistas do ES e já estaria formado em História. Além disso, no Brasil até hoje não temos reconhecido a profissão de historiador, em contrapartida a profissão de Arquivista já contava com a lei 6.546, desde o ano de 1978, que regulamenta a profissão do arquivista e do técnico em arquivo.

Tudo naquele momento era propício para uma formação em Arquivologia, apesar da resistência de amigos e familiares que me diziam que estava fazendo um curso para “guardar caixa” e que era loucura um segundo curso naquela etapa da minha formação. Em nenhum instante pensei assim, entendia que a Arquivologia conseguiria me colocar na função de historiador muito mais do que o curso de história, que tinha uma formação voltada para a teoria e a licenciatura plena do que o fazer historiográfico na forma que eu pretendia atuar.

(Archivoz) Quais são as limitações da atuação do historiador dentro dos arquivos?

(A M) Hoje o historiador, pelo menos na minha experiência na UFES e em contato com outros colegas das mais diversas universidades do país, tem um currículo estritamente voltado para a licenciatura e a teoria da história. Em anos de licenciatura nunca aconteceu uma visita ao arquivo, uma aplicação e análise de documentos, o entender dos documentos de arquivo, do conjunto, do contexto de produção, da diplomática. Hoje o Departamento de História da UFES, com aquisição de outros professores mudou bastante, todavia, acredito que a falta da formação do historiador em noções de arquivologia faz com que esse profissional tenha lacunas em sua formação para o uso do documento de arquivo tanto para a pesquisa como para o seu uso no ensino de história.

O processo de transformações do documento, do digital, do seu uso e acesso, não foi absorvido de uma forma eficiente pelos currículos de história nas universidades brasileiras. Um exemplo prático é o uso das imagens onde os historiadores tendem a usá-las como meras ilustrações, reproduzindo nos livros sem discuti-las no texto em vez de suscitá-las e de oferecer novas respostas ou novas questões.

Peter Burke destaca que isso acontece porque vivemos uma geração de “analfabetismo visual”, onde temos uma educação (evidentemente com suas devidas exceções), tanto na escola quanto na universidade treinada em ler textos[1]. Ou seja, tantos os professores que estão nas universidades como as novas gerações devem procurar uma aproximação com o audiovisual, fotografia, artes, sonoros, entre outros. Essa formação é uma condição sine qua non para um debate de uso e reuso dos documentos numa era pós custodial.

(Archivoz) Suas pesquisas são voltadas para acervos fotográficos. O que te motivou a seguir esse caminho? Qual a importância da fotografia nos acervos?

(A M) Parafraseando a pesquisadora Aline Lopes de Lacerda a fotografia é um documento que insiste em mostrar muito e não dizer nada. A fotografia é, certamente, uma fonte histórica das mais ricas, que como qualquer outra tem que ser explorada com muito cuidado. Importante destacar que quanto mais colorida, mais bem traçada, mais considerada próxima da realidade, a armadilha iconográfica parece ser mais sedutora do que as outras fontes e mais propícia de promover anacronismo na história.

Uma imagem vale mais do que mil palavras? Então quantas palavras são necessárias para descrever uma imagem? Na relação entre o objeto fotografado, a própria fotografia, o leitor e a legenda que acompanha a foto, este último tem um papel especialmente importante para a documentação fotográfica. A legenda é um texto que pode provir do fotógrafo, da agência que emite a fotografia, do meio que a publica ou do documentalista, e constitui parte da mensagem a ser analisada e a produzir efeito tanto linguístico como narrativo. Fotografias retiradas de seu contexto e apresentadas de forma anônima são convites inesgotáveis à dedução e à especulação.

Ao trabalhar o desmantelamento do parque exibidor cinematográfico no Espírito Santo e o impacto das políticas da Embrafilme no setor, percebi que mesmo o estado com uma história de mais de 200 salas funcionando concomitantemente não havia nenhum registro fotográfico das mesmas nos arquivos públicos e privados. Isso gerou uma inquietação e curiosidade pelo fato desses espaços serem altamente disputados e suas inaugurações eram sinônimos de modernidade e motivos de presença de autoridades e, em alguns casos, até dos elencos dos filmes em dias de inaugurações e lançamentos.

Foi então que comecei a buscar o acervo documental com ex-proprietários e famílias que estiveram a frente de espaços de exibição cinematográfica em todo o estado. A partir daí foi possível reunir uma significativa coleção sobre o tema que gerou vários produtos como documentário, exposições, publicações, catálogos e um blog. Todo o processo acabou por resultar na minha tese de doutorado e o debate da aplicação da norma de descrição arquivística em coleções.

(Archivoz) Quais são os desafios e as oportunidades na gestão dos fundos fotográficos?

(A M) No que diz respeito ao Brasil divido minha opinião com o professor Joan Boadas i Raset ao destacar uma necessidade de um plano nacional para o patrimônio que vise entre outras coisas criação de um portal de fotografia para divulgar e difundir o patrimônio histórico e contemporâneo brasileiro; criação de instrumentos de proteção e descrição do patrimônio fotográfico; estabelecimento de critérios comuns de gestão de fundos e coleções fotográficas; incorporação da fotografia nos programas de pós-graduação e na grade curricular dos cursos de graduação nas mais diversas áreas (biblioteconomia, arquivologia, história, etc).

Mas em curto prazo é de suma importância um censo nacional para vislumbrarmos a situação do patrimônio fotográfico brasileiro nos mais diversos níveis (nacional, estadual e municipal), isso sem entrar na questão das cidades que não contam com centros de documentação e que seu patrimônio fotográfico encontra-se disperso nos arquivos pessoais e familiares sem nenhum tipo de descrição ou tratamento. Além disso, temos os casos das comunidades tradicionais, grupos coletivos e organizações sem fins lucrativos que hoje são as principais fontes do patrimônio imaterial brasileiro.

(Archivoz) A NOBRADE (Norma Brasileira de Descrição Arquivística) publicada em 2006, já está bem estabelecida nos trabalhos realizados nos arquivos, você tem um projeto chamado FOTONOBRADE, como vem desenvolvendo esse trabalho e como ele auxiliaria os arquivistas?

(A M) Atualmente sou membro da Câmara Técnica de Documentos Audiovisuais, Iconográficos, Sonoros e Musicais (CTDAISM), do Conselho Nacional de Arquivos (Conarq), que tem como objetivo realizar estudos, propor normas e procedimentos no que se refere à terminologia, à organização, ao tratamento técnico, à guarda, à preservação, ao acesso e ao uso de documentos audiovisuais, iconográficos e sonoros, assim como orientar as instituições na elaboração de projetos que possam resultar em financiamentos para a organização, preservação e acesso de seus acervos, e para a constituição e/ou modernização de instituições voltadas para esse fim.

Recentemente a CTADISM elaborou e aprovou junto ao Conarq as Diretrizes para a Gestão de Documentos Musicográficos. Sabemos da importância da elaboração dessas diretrizes para uma política que atenda a Resolução nº 41, de 9 de dezembro de 2014 do Conarq, que “dispõe sobre a inserção dos documentos audiovisuais, iconográficos, sonoros e musicais em programas de gestão de documentos arquivísticos dos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Arquivos – SINAR, visando a sua preservação e acesso”.

A supracitada Resolução recomenda aos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Arquivos – SINAR implementar política de gestão arquivística de documentos, integrando todos os gêneros documentais, incluindo os audiovisuais, iconográficos, sonoros e os musicográficos, “independentemente do formato e do suporte em que estão registrados, por meio da classificação e avaliação arquivística, bem como dos procedimentos e operações técnicas referentes à produção, tramitação e uso”.

Estamos em estudo e constante trabalho junto ao Grupos de Pesquisa Acervos Fotográficos (GPAF), registrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com realizações de eventos no Brasil e no Mercosul visando a criação de uma publicação que sirva de Diretrizes para a Gestão de Fundos e Coleções Fotográficas. O projeto de pesquisa FOTONOBRADE vem desenvolvendo trabalhos nos mais diversos acervos e dialogando com profissionais das mais diversas áreas, visando a publicação dessas diretrizes e seu constante debate com as instituições nacionais e estrangeiras visando o tratamento, descrição, preservação e difusão do patrimônio fotográfico brasileiro.

(Archivoz) Seu último trabalho foi com acervo fotográfico de Max Mauro, conte-nos como foi feito o trabalho de descrição, digitalização e disponibilização desse acervo. Quais foram os desafios ao tratar um acervo pessoal?

(A M) O ex-governador Max Freitas Mauro é filho de Saturnino Rangel Mauro, deputado constituinte de 1947, fundador do Partido dos Trabalhadores Brasileiros no Espírito Santo, participante ativo da criação de vários sindicatos no estado, entre outras atividades políticas e sindicais. Já conhecia o acervo devido ao trabalho de colegas da área e uma pesquisa que realizamos na construção do Centro de Memória do Sindicomerciários – ES. Um acervo significativo e importante não só para a história política sindical, mas também para a história social e econômica do estado, bem como do nosso patrimônio fotográfico capixaba.

O projeto de digitalização, descrição e disponibilização do acervo foi financiado pelo Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (FUNCULTURA), cujos recursos visam a incentivar a formação e a fomentar a criação, a produção e a distribuição de produtos e serviços que usem o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual como principais recursos produtivos, tornando a atividade cultural uma importante estratégia nos programas de desenvolvimento do estado do Espírito Santo. Nesse contexto, o projeto intitulado “Memórias Fotográficas: tratamento e digitalização do acervo fotográfico do ex-governador Max Mauro” foi contemplado pelo edital nº 014/2018, que atende a projetos culturais e concessão de prêmio para inventário, conservação e reprodução de acervos no estado.

O acervo fotográfico composto por mais de 9 mil fotografias contempla a trajetória política do ex-governador Max Freitas Mauro e seu pai Saturnino Rangel Mauro. Recebeu a adequação da descrição arquivística pela NOBRADE e a sua digitalização atendendo as Recomendações para Digitalização de Documentos Arquivísticos Permanentes do Conarq. Após esse tratamento o mesmo está disponibilizado no site do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES) que recebeu uma matriz digital em alta resolução para consulta dos pesquisadores no local. O projeto ainda realizou entre seus produtos oficinas de capacitação técnica, exposição fotográfica, palestra e lançamento do catálogo com distribuição gratuita.

O desafio agora é trabalhar o fundo como um todo, considerando que apenas o acervo fotográfico e da série política foi doado ao APEES, e debruçarmos sobre o arquivo pessoal do ex-governador Max Mauro na sua íntegra garantido assim seu contexto de produção e sua diversidade de tipologias documentais para futura doação ao arquivo público.

(Archivoz) Você se apresentou e também organizou um evento sobre organização de acervos fotográficos no XIII Congreso de Archivología del Mercosur em Montevidéu, o que podemos aprender com as experiências latino-americanas, já que boa parte de nossa bibliografia vem da Europa?

(A M) Realmente temos uma contribuição significativa por parte das publicações europeias, todavia, temos excelentes trabalhos e modelos desenvolvidos na América Latina que não conhecemos. Esse é o maior objetivo do encontro, a interação dos países latino americanos no que diz respeito a publicações, instituições e patrimônio fotográfico. O CDF de Montevidéu é um exemplo de instituição referência no que diz respeito ao patrimônio fotográfico de um país, suas ações de preservação, classificação, descrição e difusão voltada para a educação patrimonial e desenvolvimento de ações educativas voltados para a sociedade.

O primeiro encontro dos arquivos fotográficos do MERCOSUL foi realizado durante o X Congresso de Arquivologia do Mercosul (CAM), realizado em Santa Cruz de La Sierra, Bolívia. Em 2015, o “II Encontro de Arquivos Fotográficos do MERCOSUL” foi realizado pelos mesmos professores, como uma reunião paralela no âmbito do XI Congresso de Arquivologia do MERCOSUL, organizado pela Associação de Arquivistas do Estado de São Paulo, na cidade de São Paulo. O “III Encontro de Arquivos Fotográficos do MERCOSUL” foi realizado em 2017, no âmbito da estrutura do XII Congresso de Arquivologia do MERCOSUL, organizado pela Rede de Arquivistas Graduados de Córdoba e resultou numa publicação disponível em: http://redarchiveroscordoba.com/wp-content /uploads/2016/03/Archivos-Fotográficoficos.pdf.

Em Montevidéu o encontro contou com o apoio do Centro de Fotografia de Montevidéu (CDF) e com a organização do evento realizado pela Asociación Uruguaya de Archivólogos e Archivo Geral de la Nación. O encontro contou com o apoio de diversas instituições e grupos de pesquisa e ficou decidido que os trabalhos e debate apresentados serão publicados na revista Photo & Documento. Isso vem demonstrar o interesse e o crescente envolvimento de instituições e pesquisadores na questão da fotografia como documento de arquivos e outros temas como a fotografia digital, preservação, diplomática, difusão, direitos autorais, etc.

Não se faz arquivologia apenas com arquivistas, para isso precisamos de uma sociedade da informação que priorize o conhecimento nas mais diversas áreas Click To Tweet
(Archivoz) No Brasil temos apenas 16 cursos de graduação em arquivologia, quais são os desafios para a implantação de novos cursos?

(A M) Atualmente os cursos de pós-graduação tem formado doutores que apresentam um corpo docente para ocupar os desafios da formação de novos cursos e ingressar nos já existentes. O desafio da graduação é o enfretamento de uma política educacional que não prioriza a área como uma política de estado. Não se faz arquivologia apenas com arquivistas, para isso precisamos de uma sociedade da informação que priorize o conhecimento nas mais diversas áreas, desde as séries iniciais do cidadão até a formação e produção científica nos cursos de pós – graduação.

No que diz repeito a arquivologia especificamente, acredito que enquanto o arquivo não for pensado como elemento estratégico na administração pública e privada, dificilmente teremos espaço dentro das políticas de educação e formação continuada. Referenciando Lima[2]: “Um país sem arquivistas é um país sem arquivos, e um país sem arquivos é um país sem memória, sem cultura, sem direitos”. O que me parece é que no último governo no Brasil retrocedemos nas leis de transparência e a 12.527/2011[3] está cada vez mais distante e não é mais uma prioridade. Como na música de Renato Russo, Que País É Esse, o verso “Mas o sangue anda solto / Manchando os papéis, documentos fiéis / Ao descanso do patrão” o refrão nunca foi tão contemporâneo.

Atualmente o governo federal retirou o cargo de arquivista dos futuros concursos, isso talvez seja um retrocesso aos cursos de graduação que tem uma grande procura por causa das oportunidades da área na administração pública. Em paralelo, o desmantelamento dos conselhos representativos da sociedade civil, entre eles o Conselho Nacional de Arquivos (Conarq), está mostrando que teremos tempos difíceis para a área da informação e os interesses da política da informação no Brasil.

(Archivoz) Você é professor do curso de arquivologia da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), os egressos conseguem se inserir no mercado de trabalho no estado? Quais são as maiores dificuldades enfrentadas e possíveis soluções?

(A M) Sempre sugiro aos estudantes que se atualizem e nunca parem de estudar. Um profissional que tem apenas um livro de sua área dentro de casa não vai conseguir ampliar suas oportunidades no mercado de trabalho. Atualmente o profissional, da informação muito mais, tem que estar numa estreita relação com a tecnologia e na busca de soluções para as necessidades da recuperação e uso da informação no gerenciamento de novos conhecimentos.

As universidades que oferecem o curso de arquivologia são públicas e naturalmente tem uma tendência da formação dos profissionais para a administração pública. A empresa privada de serviços de arquivologia tem na administração pública seus principais clientes. A universidade não consegue proporcionar todas as condições e experiências para um profissional atuar de forma plena e suficiente em sua área. Para isso é preciso que o mesmo procure estágio, consultoria, formação complementar, evento, pesquisa, leitura e acima de tudo aprender sempre.

Precisamos de profissionais na área de tecnologia, preservação, descrição, gestão, classificação, entre outras, para atender municípios, estados, governo federal, empresa privadas, arquivos pessoais, patrimônio cultural, em todo o Brasil e nas mais diversas esfera. Oportunidades não faltam, mas é necessário que o profissional esteja pronto e disposto para aproveitá-las.

(Archivoz) Para quem pretende seguir na carreira de arquivologia, quais são os conselhos que você dá.

(A M) Na arquivologia ou qualquer outra área o profissional precisa se projetar, quanto mais em evidência ele estiver maior será a chance dele ser lembrado. Pessoas se destacam nas mais diversas habilidades e competências, ou seja, uns palestram, outros se destacam na tecnologia, outros na formação, patrimônio, tem que desde o começo entender qual é a “sua praia”.

Quando o indivíduo é apagado no seu fazer profissional dificilmente ele terá destaque na sua atuação, então é necessário está sempre envolvido e disposto a colaborar na busca de soluções. Quando falamos em empreendedorismo não nos referimos apenas a abertura de empresa e ofertas de serviços, mas de buscar soluções, inovações, ou seja, assumir riscos e proporcionar formas diferentes de novas ideias através da congruência entre criatividade e imaginação.

 

[1] Ver: BURKE, Peter. Testemunha ocular: história e imagens. SP: EDUSC, 2004.

[2] LIMA, Maria João Pires de. Os Arquivistas, a Formação, a Profissão. Cadernos de BAD. Lisboa, v.2, 1992.

[3] Regula o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5º , no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal; altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; revoga a Lei nº 11.111, de 5 de maio de 2005, e dispositivos da Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991; e dá outras providências.

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